Não vou lhes dar a satisfação
de me ver todo quebrado
Podem arrancar meu coração,
que eu finjo não haver nada de errado
Farejam o medo como cães selvagens
e se alimentam de fraqueza
Vivem em busca de covardes
e de criaturas indefesas
Nunca deixe que o vejam sangrando,
ao verem fraqueza, eles vêm uivando,
te atacam como predadores famintos,
são lobos devorando um animal ferido
Não vou lhes dar contentamento
de ver o quanto eu estou frágil
Podem vir a qualquer momento
que eu mostro o quanto ainda sou ágil
Percebem de longe a insegurança
e procuram alvos vulneráveis
Devoram toda a esperança
de suas presas tão instáveis
Nunca deixe que o vejam sofrendo,
ao verem fraqueza, eles vêm correndo,
são como monstros, por sangue, sedentos,
são abutres circulando um animal morrendo
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